Universidade Eduardo Mondlane

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Mais Do Que Batas:Futuros médicos da UEM recebem “símbolo de compromisso e ética”

Estudantes do primeiro ano da Faculdade de Medicina da Universidade Eduardo Mondlane beneficiaram, pela oitava vez consecutiva, de batas, num gesto de responsabilidade social que visa garantir a protecção dos novos ingressos durante o processo de formação.

Ao todo, são 90 batas brancas oferecidas pela Medis Farmacêutica aos futuros médicos moçambicanos, no âmbito de uma parceria que dura 15 anos com a Universidade Eduardo Mondlane.

No âmbito da parceria, a Medis Farmacêutica já ofereceu mais de mil batas aos estudantes do primeiro ano do curso de Licenciatura em Medicina Geral da FAMED.

Intervindo, a Vice-Reitora Académica da UEM, Prof.ª Doutora Amália Mausse, reconheceu o gesto, afirmando que a entrega de batas carrega um simbolismo social, pois reforça os valores de empatia, solidariedade e coesão.

Salientou que a iniciativa se tornou numa tradição institucional que, desde 2023, o gesto foi alargado aos graduados de medicina, demonstrando um compromisso contínuo em todo o ciclo formativo, bem como na valorização da profissão médica em Moçambique.

Entretanto, apelou aos novos ingressos a valorizarem o equipamento recebido, preservando-os, pois representa a dignidade, o compromisso ético, profissionalismo e o alívio financeiro para as famílias. “Representa também um investimento concreto na formação dos futuros profissionais da saúde, alinhando com desígnio nacional de reforçar o sistema de saúde moçambicano”, frisou.

Fez notar que, a UEM, com o apoio do governo e os seus parceiros, aloca todos os seus esforços e conhecimentos para garantir que a formação dos estudantes esteja dentro dos padrões de qualidade, rigor técnico e ética deontológica.

Na sequência, a representante da Medis Farmacêutica, Célia Shian, reiterou o compromisso da sua organização de continuar a contribuir para formação de mais quadros moçambicanos, através da parceria com a Faculdade de Medicina da UEM.

Por seu turno, José Farneiro, em representação da turma do 1º ano, considera que “estas batas são mais do que simples equipamento, representam o início de uma caminhada longa, exigente e nobre, são um símbolo do compromisso que assumimos perante a Faculdade, pacientes e a sociedade moçambicana”.