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UEM desenvolve acções para o crescimento económico do País

accoescrescNo quadro da sua nova Visão e Missão, a UEM almeja desenvolver acções que contribuam para o desenvolvimento económico através da industrialização dos recursos naturais de que Moçambique dispõe, afirmou o Reitor, Prof. Doutor Orlando Quilambo, que falava no decurso da V Conferência Anual do Forúm Pan Africano para a Competitividade (PACF 2013) sobre Agregados Inovativos e Sistemas de Inovação. O evento decorre de 03 à 6 de Dezembro corrente e junta 7 Países africanos.

Segundo o Reitor, a UEM identifica-se com o papel que a inovação e a competetuividade da economia baseados em clusters (agregados) exercem, como ferramenta para estimular o desenvolvimento industrial de Moçambique em particular e do continente africano, no geral.

Para Quilambo, os quatro dias de troca de conhecimentos, desenvolvimento de competências e a partilha de experiências, trarão benefícios que se podem resumir em oportunidades de aprendizagem dos participantes locais, de oradores principais de renome internacional e peritos em desenvolvimento de negócios competitivos à base dos clusters.

Mas, por outro lado, a experiência acumulada pela Universidade Eduardo Mondlane através da Faculdade de Engenharia no processo de investigação, formação e promoção de clusters e sistemas de inovação, precisam ser sustentadas através de novas iniciativas que possam contribuir para o desenvolvimento desta estratégia de colaboração entre academias, governo e sector privado, em Moçambique em particular.

A Universidade Eduardo Mondlane, através da Faculdade de Engenharia, tem estado a implementar desde 2005 um programa de sistemas de inovação e clusters inovativos com apoio da ASDI e em colaboração com as universidades de Makerere e Dar-Es-Salam. A implementação tem em vista desenvolver as estratégias que possam trazer maior impacto das actividades de investigação realizadas pela UEM.

Segundo o Reitor, experiências de outras paragens e regiões do mundo demonstram o papel crucial que os clusters podem desempenhar cabendo, por isso, aos académicos, investigadores e a sociedade em geral, tirar o benefício das oportunidades que elas oferecem.

Antonio Cumbane, que está a coordenar a iniciativa em Moçambique, adianta que o evento visa incentivar a colaboração entre os governos nos países membros do PACF, as academias e o sector produtivo. Por outro lado vai permitir que as investigações científicas tenham o impacto pretendido.