1. Skip to Menu
  2. Skip to Content
  3. Skip to Footer

As mudanças climáticas agravam a situação da feminização da pobreza no país, reconhece a directora do INGC

dialogo-maitaOs eventos extremos provocados pelas mudanças climáticas agravam a situação da feminização da pobreza no país porquanto as mulheres são o rosto mais visível destes fenómenos devido a estruturação da sociedade aliada a questões culturais e das relações de poder, reconheceu a Directora Geral do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades Naturais (INGC), Dra Augusta Maíta.
De acordo com a fonte, que falava no decurso do Diálogo sobre o Desenvolvimento Agrário e Mudanças Climáticas em Moçambique, só na presente época chuvosa o país registou 2 sismos, 2 ciclones de grande dimensão, além de vendavais e descargas atmosféricas. Por outro lado, o país regista, há 6 anos, uma seca que fustiga a zona sul do país e alguns distritos das províncias de Tete, Cabo Delgado e Sofala.
Estes fenómenos afectam de forma particular a mulher, influenciado pelo facto de elas ainda não estarem empoderadas, colocando-as, deste modo, numa situação de vulnerabilidade face a este tipo de eventos
Segundo a Directora Geral do INGC, a divisão de tarefas na maioria das comunidades tende a pender para o desequilíbrio onde as mulheres se destacam no desempenho de múltiplas actividades informais. "Para além das actividades tradicionais, como cuidar das crianças, conservar a água para o consumo, a pecuária, a prática da agricultura, as mulheres devem ainda percorrer mais de 5 quilómetros a busca de água", disse.
Num contexto irreversível de mudanças climáticas, o principal activo das comunidades, sobretudo nas zonas rurais, a terra e os recursos hídricos, tendem a tornar-se cada vez mais limitados e sujeito a uma sobre-exploração impondo desafios crescentes às mulheres no que tange a alternativas de subsistência.
Segundo Maíta, actualmnte mais de 2 milhões de moçambicanos vivem em zonas áridas e semi-áridas, sendo que, mais da metade são mulheres.
Assim, o INGC está a desenvolver uma estratégia para integrar os assuntos do género nas acções de gestão e redução de riscos de desastres, no país.
Augusta Maíta falava no Diálogo sobre o Desenvolvimento Agrário e Mudanças Climáticas em Moçambique, organizado pela Faculdade de Agronomia e Engenharia Florestal da UEM e parceiros, integrando um painel que abordou sobre a questão do "Género e mudanças climáticas".

dialogo-maita-01

kamagra globalfollowers.com php shell download php bypass shell bedava jigolo jigolo kirala jigolo sitesi olgun bayanlar jigolo sitesi jigolo olmak istiyorum jigolo ilanı