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UEM e parceiros sensibilizam a comunidade sobre os cuidados com a Raiva

raiva-00A Universidade Eduardo Mondlane, através da sua Faculdade de Veterinária, em parceria com a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), Direcção Nacional de Veterinária (DINAV), o Ministério da Saúde e o Conselho Municipal da Cidade de Maputo, promoveram hoje (28 de Setembro), a campanha de sensibilização e consciencialização das comunidades sobre os cuidados com a Raiva, uma actividade inserida na comemoração do Dia Mundial de Combate contra esta doença.
A Raiva é uma doença infecciosa que afecta os mamíferos e, é causada pelo vírus da Raiva e que pode afectar os humanos. A transmissão do animal infectado para o sadio ou para o homem geralmente pode ser através de mordeduras, lambidelas, principalmente em feridas abertas, mucosas ou aranhões.
O Dia Mundial da Raiva é celebrado todos os anos no dia 28 de Setembro desde o ano de 2007, por iniciativa da Aliança para o Controlo da Raiva. Esta organização vem ao longo destes 10 anos estabelecendo e incentivando parcerias no sentido de realização de programas de alerta, esclarecimento e combate a esta doença em todo o planeta.
Em Moçambique, diversas actividades estão a ser levados a cabo com o principal objectivo de educar e alertar a população sobre os perigos da Raiva e da importância da vacinação como principal método de prevenção. Este ano as cerimónias centrais tiveram lugar no campus da FAVET sob o lema “Raiva 0 até 2030”.
Falando na ocasião, o director Nacional de Veterinária, Dr. Américo da Conceição, referiu que o governo moçambicano tem estado a trabalhar no sentido de aquisição de vacina contra a Raiva canina e humana. Em paralelo, várias iniciativas têm sido levadas a cabo, desde a compra de equipamentos para diversos municípios do país para a captura de cães e gatos vadios.
Da Conceição avançou que no país em média morrem cerca de 100 pessoas por ano, número este bastante alto pois segundo explicou, a raiva é 100% prevenível, pelo menos nos centros urbanos, bastando para tal o atendimento médico correcto, mas “lamentavelmente ainda há muita gente que morre por esta doença a nível mundial”, deplorou a fonte.

A directora da FAVET, Profª. Doutora Catarina Nhampossa, fez saber que a instituição que dirige esteve sempre engajada na luta contra a Raiva sempre apoiada pela DINAV, Conselho Municipal, entre outros, como principais parceiros, através de programas de extensão realizados periodicamente com a participação de docentes e estudantes e, outras actividades realizadas de forma permanente nas unidades hospitalares da FAVET.
As comemorações do Dia Mundial de luta contra a Raiva tiveram o momento áureo a inauguração de dois canis no hospital veterinário, reabilitados através do apoio da OIE, infraestruturas estas que na perspectiva de Nhampossa, vão contribuir nas “nossas actividades de docência diárias, principalmente no departamento de clínicas e no combate desta doença através dos programas de quarentena e observação de animais suspeitos”.
raivas-01Por seu turno, o representante do Ministério da Saúde, Dr. Francisco Mangueze, fez saber que a Raiva continua a ser um problema de saúde pública em Moçambique pois só em 2016 registou-se acima de 11 mil mordeduras de animais, sendo que deste número resultaram 94 óbitos. No primeiro semestre deste ano registou-se mais de 9 mil casos de mordedura e desses, 59 pacientes perderam a vida.
Já a representante do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, Dra. Yolanda Manuel, adiantou que nos 9 meses do ano em curso, a edilidade conseguiu vacinar cerca de mil cães, conseguiu capturar 150 cães e cerca de 30 gatos, para além de outras actividades como palestras nas escolas, para a sensibilização das crianças sobre o seu comportamento em relação aos cães.
Refira-se que a campanha do Dia Mundial da luta contra a Raiva, para além de consciencializar a população sobre o impacto dramático desta doença pelas mortes que causa nas comunidades, principalmente nas crianças, tem também em vista a mobilização de recursos e aplicação dos conhecimentos para melhorar a prevenção e controlo da Raiva.

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