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Índices de analfabetismo continuam preocupantes em Moçambique

alfabetizacaoNão obstante a taxa de analfabetismo ter registado uma queda significativa de 93% em 1975, para 44,9% em 2015, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística e do Inquérito de Orçamento Familiar, ainda existem muitos moçambicanos desprovidos da capacidade para aceder aos códigos de escrita e de leitura, ficando desse modo à margem da cultura.
Foi na esteira desta preocupação que a Faculdade de Educação da Universidade Eduardo Mondlane (FACED), em parceria com o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano e a UNESCO promoveram nesta Quarta-feira, 06 de Setembro, em Maputo, uma reflexão sobre Alfabetização de Jovens e Adultos em Moçambique, no contexto do mundo digital, no âmbito das comemorações da semana do Dia Internacional de Alfabetização, que a 8 de Setembro se assinala, com vista a encontrar formas aceleradas para a sua redução.
Em cerca de quatro horas, académicos, docentes, pesquisadores, estudantes, membros do governo, entre outras sensibilidades, se debruçaram sobre a problemática do analfabetismo no país, as suas consequências e os possíveis caminhos a trilhar para se alcançar o quarto dos Objectivos do Desenvolvimento Sustentável que consagra a educação como um direito que assiste a todo ser humano.
Convidado a dar uma vista panorâmica sobre a situação actual da Alfabetização e Educação de Adultos em Moçambique, o Director Nacional de Alfabetização e Educação de Adultos, Dr. Laurindo Nhacune, referiu que as mulheres continuam as mais afectadas por essa anomalia social com uma cifra estimada em 57,8% e os homens em 30,1% de um universo da população moçambicana analfabeta estimada em 44,9%.
Como principais desafios, Nhacune aponta a necessidade de continuar a incrementar a alfabetização de jovens e adultos no país, com aumento de acções de advocacia; flexibilizar o calendário e a oferta de programas de alfabetização, atendendo às especificidades sócio-culturais; implementar o Currículo do Ensino Primário para Jovens e Adultos; reforçar a gestão, monitoria, supervisão e avaliação dos programas de Alfabetização e Educação de Adultos, entre outros.
Por seu turno, o director da FACED, Prof. Doutor António Cipriano, disse tratar-se de um evento de grande importância para o país considerando que desde a independência até aos dias actuais, dos 93% dos analfabetos, o país conseguiu reduzir em quase 50% desses índices, facto que ilustra a necessidade de uma conjugação de sinergias tendo como meta permitir que mais moçambicanos possam ser dotados de habilidades de escrita e leitura.
"Na era digital que hoje se vive, a inclusão ou a exclusão da pessoa depende do domínio dos códigos informáticos sendo para tal necessário que as pessoas estejam alfabetizadas para manejar esses instrumentos tecnológicos", anotou Cipriano, para depois acrescentar que nesta era do conhecimento, para o acesso à informação é fundamental dominar os códigos desses sistemas informacionais.
Já para a Oficial de Programas de Educação de Jovens e Adultos na UNESCO, Profa. Doutora Dulce Mungoi, a realização do evento é a consagração da importância das sinergias que devem existir entre os diferentes actores, estatais e privados e a academia, sendo que não devia se realizar somente na semana da alfabetização mas sim duma forma regular com vista a permitir a interligação da temática alfabetização.
Mungoi é do entendimento que a promoção de alfabetização como quadro de defesa de vida é o fundamento para o desenvolvimento sustentável e ela só pode revelar o seu potencial transformativo se for definida e operacionalizada na perspectiva de aprendizagem ao longo da vida, o que envolve encarar a alfabetização como um processo contínuo de aprendizagem que acontece em todas as faixas etárias e gerações incluindo o desenvolvimento de outras habilidades para a vida.
De salientar que a alfabetização tornou-se prioridade nacional do Governo desde o período que seguiu a independência, beneficiando-se de várias campanhas de alfabetização de adultos promovidas em todo o território, facto que culminou com a criação da Direcção Nacional de Educação de Adultos, em 1976.

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