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Vitória Diogo desafia UEM a prever tendências do mercado laboral

thumbnail BoletimA Ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social que falava hoje (31/07), em Maputo, no lançamento do 4º Boletim Informativo do Mercado do Trabalho referente ao IV Trimestre de 2016, disse ser fundamental que qualquer país desenvolva modelos econométricos para uma maior previsibilidade das tendências do mercado laboral, sendo que para o caso de Moçambique, a Universidade Eduardo Mondlane deve estar na dianteira do processo.
O boletim ora lançado, aborda diversas matérias do mundo do trabalho e se pretende que seja um instrumento de orientação na elaboração de políticas públicas no processo decisório dos gestores académicos, pesquisadores, empresários, estudantes, docentes, entre outros e apresenta dados importantes do mercado laboral, desde o emprego, desemprego, despedimentos, segurança social, formação profissional, resolução extrajudicial dos conflitos laborais e promoção da legalidade laboral.
A governante fez saber que a criação de condições para a empregabilidade dos graduados tem trazido a que mais medidas sejam adoptadas para a promoção de estágios pré-profissionais, medida esta que se tem mostrado eficaz, facto consubstanciado pelo registo de 1461 estágios pré-profissionais de finalistas dos diferentes subsistemas de ensino.thumbnail Boletim 1“Devemos estar presentes que é a partir dos estágios pré-profissionais que o jovem recém-formado é exposto a um ambiente laboral e em igualdade de circunstâncias consegue mostrar o seu valor e, mercê do seu talento, é recrutado pelo empregador”, disse Diogo, para depois acrescentar que os estágios pré-profissionais estão a tornar-se num veículo para a promoção do mérito e da meritocracia e em verdadeiras incubadoras de talentos.
Convidado a reflectir sobre a importância das Universidades na formação dos futuros trabalhadores e na inovação para a criação de oportunidades de trabalho, o Reitor da UEM, Prof. Doutor Orlando Quilambo, apontou a carência no país, de uma completa informação sobre o seu mercado de Trabalho, e em particular, de uma informação longitudinal, facto que impossibilita que Moçambique disponha de informação de elevada relevância quanto à natureza e determinantes da transição entre a educação superior e diferentes formas de emprego.
Na perspectiva de Quilambo, o processo de ensino superior e as dinâmicas científicas impõem de forma permanente que as instituições de ensino se actualizem ou se reinventem para manterem-se actuais, acompanhando tais dinâmicas e produzindo graduados capazes de fazer face as mesmas, rumo este que tem sido seguido pela UEM, que é produzir uma investigação que responda cabalmente aos desafios de desenvolvimento do país.
thumbnail Boletim 0Para formar moçambicanos nas competências que o país necessita para se desenvolver, Quilambo indicou como desafio a necessidade de promover a articulação entre as competências geradas pelo ensino superior e as competências desejadas pelos empregadores públicos e privados; transformar as Universidades em ninhos de inovação e promoção de empreendedorismo bem como tornar a UEM e os seus centros de investigação o suporte ao Governo de Moçambique na melhoria do conhecimento do Mercado de Trabalho.
Por seu turno, a directora Nacional da Observação do Mercado de Trabalho (órgão responsável pelo boletim), Assa Guambe, alistou que embora a instituição que dirige reconheça que ainda não responde as expectativas do público utente, constituindo para tal um desafio a sua melhoria constante, o boletim teve como fontes de informação, o Instituto de Segurança Social, o Instituto Nacional do Emprego, a Direcção Nacional do Trabalho Migratório, a Inspecção Geral do Trabalho, entre outras.
Já para o Director da Faculdade de Economia, Prof. Doutor Manoela Sylvestre, o lançamento do boletim enquadra-se na missão do Centro de Estudo de Economia e Gestão (CEEG) como centro de investigação da Faculdade de Economia cuja tarefa principal é desenvolver pesquisas económicas com vista a obter resultados que possam ser usados para a resolução e mitigação de problemas económicos e sociais no país.
A pesquisa é realizada pela Faculdade de Economia e Direcção Nacional de Observação do Mercado de Trabalho e é alicerçada pelo Instituto Nacional de Emprego, responsável pela promoção dos serviços públicos de emprego, através da colocação de candidatos a emprego, estágios pré-profissionais e na recolha e processamento de dados estatísticos do mercado de trabalho.
Recorde-se que o primeiro número foi lançado em Maio de 2016 e foi efectuado pelo Presidente da Republica de Moçambique, Filipe Nyusi, na sessão da abertura da Conferência Nacional da validação da Política de Emprego.

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