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Elisio Macamo considera que o grande desafio da UEM assenta na elevação da qualidade do debate em Moçambique

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Uma das maiores contribuições da universidade deve ser a elevação da competência no debate e aumentar o nível intelectual da sociedade, pois é a formação que dá aos homens e as mulheres uma consciência clara das suas opiniões e juízos, a verdade, a eloquência na sua articulação e a força na sua afirmação.
O Sociólogo moçambicano que dissertava hoje (12 de Julho), em Maputo, sobre o tema “A investigação e o seu lugar na ideia de Universidade: desafio para a transformação da UEM”, inserido na palestra inaugural do Conselho de Directores Alargado (CDA-2017) entende que o desafio actual consiste em reconhecer o problema central para o qual a UEM em Moçambique seria uma resposta.
cda-reiNa perspectiva do académico, a Universidade de Investigação, tal e qual foi pensada no contexto alemão, é o lugar onde os docentes trabalham no aprimoramento das condições e instrumentos de produção de conhecimento ao mesmo tempo que proporcionam à sociedade indivíduos dotados de habilidades que lhes permitem lidar com os desafios enfrentados pela sociedade.
Numa outra abordagem, Elisio Macamo, que é Professor Catedrático em Estudos Africanos pela Universidade de Basileia, afirmou que a universidade presta serviço à sociedade quando promove dentro desta mesma sociedade uma maneira de estar que faz do conhecimento sólido a principal base para a tomada de decisões públicas e não apenas a emoção que caracteriza as intervenções de alguns dos moçambicanos na esfera pública.
Por seu turno, o Reitor da UEM, Prof. Doutor Orlando Quilambo, disse que a opção de ser uma universidade de investigação exige que se encontre as alternativas robustas de financiamento que “nos permitam garantir uma investigação de qualidade que inclui a produtividade da investigação em termos de publicações, ambiente de investigação em termos de infraestruturas e capacidade de investigação, o que significa formação e mobilidade de docentes, investigadores e estudantes”.
Quilambo entende que o CDA se constitui como uma oportunidade para a UEM demonstrar que a investigação facilita o desenvolvimento económico, através de uma aliança sábia entre a docência, investigação e a extensão, o que “significa que na excelência académica deve sempre haver uma retroalimentação entre a investigação, a docência e a responsabilidade social”, disse.
emacDisse de igual modo que este encontro anual tem a oportunidade de traçar uma matriz de transformação a partir das acções estratégicas até aos indicadores, uma vez que a transformação em Universidade de Investigação, ora em curso, tem sido um processo que se desenrola sem a partilha de critérios claros de medição ou monitoria do seu sucesso ou insucesso.
“A definição pelo governo das 4 áreas prioritárias, nomeadamente, a Agricultura, Energia, Infraestruturas e Turismo e a preparação do seu Plano de Implementação por parte da UEM, coloca-nos numa posição privilegiada para mais uma vez reafirmarmos a nossa relevância e o nosso papel como um dos agentes de transformação do nosso país”, disse, acrescentando que a excelência que se pretende atingir com a investigação como factor dinamizador, preconiza que a produção de conhecimento, esteja interligada com a transmissão e partilha do conhecimento.
Durante os 3 dias, os participantes do CDA que este ano decorre sob o lema: “Reestruturando e Transformando a UEM rumo a uma Universidade de Investigação”, vão rever o ponto de situação do processo de transformação, sobretudo aferir o estado da UEM tendo em conta experiências de outras partes do mundo.
Refira-se que o CDA tem como finalidade reflectir sobre as questões estruturantes da vida da universidade, e de modo específico sobre a liderança para uma Universidade de Investigação.

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