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Projecto promove participação de mulheres na resolução de conflitos

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Foi lançado hoje (20/04), em Maputo, o projecto "Promovendo a Participação Efectiva das Mulheres e Raparigas na Paz, Segurança e Recuperação em Moçambique", da iniciativa da ONU Mulheres em parceria com a Universidade Eduardo Mondlane e o Ministério do Género, Criança e Acção Social, financiado pelo governo da Islândia.
Trata-se de uma iniciativa que visa contribuir para alavancar a participação das mulheres na resolução de conflitos, na consolidação da paz e assegurar que esses processos constituam oportunidades para a promoção da igualdade do género assim como para o empoderamento socioeconómico e político das mulheres, em Moçambique.
O projecto, com duração de três anos (2017-2020), surge com o facto de se ter constatado a existência de uma incipiente participação das mulheres na prevenção e resolução dos conflitos e em relação a consolidação da paz.
Esta iniciativa é uma resposta a uma das 12 áreas de preocupação da Declaração de Plataforma de Beijing que, pela primeira vez, fez uma referência as mulheres e ao conflito armado. Faz parte da resolução 1325/2000 do Conselho de Segurança das Nações Unidas e enquadra-se nos Objectivos de Desenvolvimento Sustentáveis nos seus números 5 e 16.
A representante da ONU Mulheres em Moçambique, Florence Raes, afirmou que o projecto representa o engajamento das mulheres no processo de paz que trará um efeito positivo e estabilizador de longo prazo para o país e a sociedade como um todo.
Raes entende que a participação activa das mulheres é uma garantia para os processos de paz e para o desenvolvimento após os conflitos. "As mulheres são as primeiras vítimas dentro da sua família, da sua comunidade, quando deixa a terra que cultiva, leva as crianças e não tem mais o acesso a lenha, água e outros recursos produtivos devido aos conflitos", disse.
Segundo Florence Raes, a ONU Mulheres como agência líder em igualdade de género e empoderamento tem a responsabilidade de promover a capacidade das mulheres para que essas possam participar devidamente e fortalecer os processos de paz e diálogo dentro das suas comunidades.
Na ocasião, o Encarregado de Negócios do Governo da Islândia, Vilhjalmur Wiium, disse tratar-se de um projecto que marca uma viragem para as mulheres e raparigas de Moçambique.
De acordo com Wiium, um conflito armado aumenta sobremaneira as desigualdades entre o homem e a mulher que frequentemente persistem além do fim do conflito. "O objectivo principal deste projecto é assegurar a participação significativa das mulheres na construção da paz e segurança, no país", frisou.
Por sua vez, a directora do Centro de Coordenação dos Assuntos do Genero da UEM (CeCAGe), Profª. Doutora Gracinda Mataveia, disse que, tendo em conta os objectivos que norteiam a iniciativa, a UEM é um parceiro natural atendendo a missão da universidade que tem como prioridade a produção do conhecimento científico através da pesquisa.
Para a materialização das suas actividades, o procjecto prevê a criação e capacitação de equipas multissectoriais de atendimento integrado às mulheres e raparigas sobreviventes ou em risco de serem afectadas pela violência nos locais onde o projecto será implementado.
Está previsto igualmente o desenvolvimento de um módulo de capacitação das forças policiais e de defesa sobre o quadro normativo das Nações Unidas sobre mulher, paz e segurança.
Orçado em pouco mais de 2.5 milhões de dólares, o projecto "Promovendo a Participação Efectiva das Mulheres e Raparigas na Paz, Segurança e Recuperação em Moçambique" vai abranger quatro distritos das províncias de Manica, Sofala, Tete e Zambézia.

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